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Trabalho conjunto entre Biologix e Einstein leva mais cuidados a pacientes com a Covid-19 em Paraisópolis
Isolados para evitar disseminação da doença, pacientes são monitorados por sistema de acompanhamento médico remoto

Moradores da comunidade de Paraisópolis, na capital paulista, infectados pela Covid-19 estão recebendo uma atenção especial para monitorar seu quadro clínico. O trabalho conjunto entre a startup Biologix e o Instituto Israelita de Responsabilidade Social do Einstein, com uma solução para acompanhamento médico remoto, está garantindo um melhor resultado no cuidado de pessoas que estão em isolamento na comunidade.

Esse trabalho de monitoramento dos moradores com Covid-19 envolve também a ONG Parceiros da Educação e integrantes da própria comunidade no apoio às pessoas que estão abrigadas em duas escolas públicas de Paraisópolis, no chamado Projeto Casulo.

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Pelo projeto, as pessoas que recebem teste positivo do novo coronavírus nas Unidades de Saúde da comunidade, que são geridas pela parceria entre Einstein e Secretaria Municipal de Saúde, são convidadas a ficar isoladas em quarentena em duas escolas para evitar que transmitam a doença para familiares. Na escola, os pacientes dormem, recebem refeições e os cuidados de saúde.

Desde que o trabalho de quarentena monitorada pela solução da Biologix foi iniciado, no final de abril, já foram atendidas 202 pessoas no total – dessas, 179 infectadas já foram recuperadas e liberadas e atualmente há 23 em quarentena no projeto Casulo.

De acordo com as apoiadoras técnicas das Unidades de Saúde de Paraisópolis, Natália Bonassi e Talita Rewa, esse trabalho monitorado permite uma análise mais precisa sobre o quadro dos infectados e que estão isolados.

A solução Biologix usada no projeto em Paraisópolis inclui o envio de dados capturados por um oxímetro para um aparelho celular e, posteriormente, repassados para uma central de monitoramento remoto. Assim, é possível verificar a saturação do oxigênio no sangue, permitindo verificar a evolução do quadro respiratório.

Junto a essa ação, outras iniciativas da própria comunidade têm colocado Paraisópolis em destaque positivo durante essa pandemia.

Confinamento

De acordo com a coordenadora do Projeto Casulo e voluntária da ONG Parceiros da Educação, Ana Leite, a proposta da entidade é atuar em escolas estaduais visando a melhoria no desempenho escolar dos alunos. Atualmente, a ONG atua em 450 escolas estaduais. Com o início da pandemia, duas escolas de Paraisópolis foram adaptadas para receber pessoas infectadas para ficarem em isolamento. O Einstein desenvolveu todos os fluxos e protocolos de cuidados à saúde adotados no Projeto Casulo.

Campanha solidária

Para esse trabalho realizado com pacientes infectados pela Covid-19, a Biologix foi integrada ao projeto, entrando com a solução de tecnologia própria fazendo o monitoramento remoto e fornecendo os laudos para a análise do quadro pulmonar dos infectados.

“Esse trabalho em Paraisópolis só está sendo possível porque conta com a participação de diversos atores, garantindo uma monitorização remota da oximetria dos pacientes, afirmou o médico pneumologista e membro da Biologix dr. Geraldo Lorenzi Filho.

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