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Tag: apneia obstrutiva do sono

Sono e Direção
Direção e sono não combinam!

A frase “sono pode matar”, pode ser familiar para algumas pessoas. O cansaço é inimigo invisível dos motoristas brasileiros, causando 42% dos acidentes que ocorrem todos os anos no trânsito, segundo pesquisa de 2019 da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e o Conselho Regional de Medicina (CRM). Para se ter uma ideia, dirigir com sono ou sinais de fadiga é considerada uma prática tão perigosa quanto dirigir alcoolizado ou sob o efeito de substâncias estimulantes.

Sarcopenia e Apneia do Sono
Sarcopenia e Apneia entenda a relação

A apneia do sono e sarcopenia são comuns entre adultos mais velhos, principalmente após os 50 anos, período em que decorre um declínio de várias funções metabólicas e hormonais importantes tanto para o aparecimento da sarcopenia como dos distúrbios do sono. Ambas aumentam com a idade e podem levar a diminuição de atividade física, além de resultar em eventos adversos para a saúde semelhantes como deficiências funcionais, má qualidade de vida e morte.

Todos os médicos agora podem detectar apneia do sono em seus pacientes
Oximetria noturna ajuda na ajuda na detecção e acompanhamento da Apneia do Sono

A Medicina do Sono é uma área de atuação de várias especialidades, incluindo neurologia, otorrinolaringologia, pneumologia, psiquiatria e clínica geral, que abraça muitas especialidades, como cardiologia, endocrinologia e geriatria. Os distúrbios do sono são extremamente comuns, e não existem especialistas suficientes nessa área. Com o exame da Biologix, o médico não especialista em sono, pode facilmente incorporar o diagnóstico de apneia do sono em seu consultório.

Fonoaudiologia, ronco e apneia obstrutiva do sono.
Saiba o papel do Fonoaudiólogo no tratamento da Apneia do Sono

A fonoaudiologia e o sono possuem uma relação mais antiga do que se conhece. Desde o final da década de 90 e início dos anos 2000, os profissionais da área de motricidade orofacial, já observavam a relação entre as alterações das estruturas e funções do sistema estomatognático nos indivíduos roncadores e com apneia obstrutiva do sono. Alguns trabalhos publicados nesta época já citavam alterações como: aumento do volume lingual tanto lateralmente como longitudinalmente, aumento da altura do dorso de língua e denteamento de suas bordas, véu palatino e úvula alongados, hiperemiados e edemaciados além de alterações funcionais da mastigação e da deglutição. Entretanto, somente a partir de 2009, com um trabalho publicado na American Journal of Respiratory and Critical Care intitulado “Efeitos dos exercícios orofaríngeos em pacientes com apneia obstrutiva do sono moderada”, com grande repercussão internacional que a fonoaudiologia se consagrou como uma possibilidade de tratamento em pacientes com apneia obstrutiva do sono.

Apneia do sono em idosos
Mudanças que o envelhecimento traz e a relação com a Apneia do sono.

Ao longo do processo de envelhecimento, ocorrem mudanças psicológicas, sociais e físicas. Nas mudanças físicas destaca-se o padrão de sono por estar entre as mais frequentes queixas dos idosos. Mudanças relacionadas à velhice podem ser observadas em diversos níveis da arquitetura e qualidade do sono. Observa-se que, em grande parte desta população, a eficiência do sono e o sono de ondas lentas diminuem; os despertares após início do sono aumentam e há dificuldade para adormecer novamente; os idosos tendem a acordar e levantar mais cedo; necessitam de cochilos breves durante o dia; e, ainda, um aumento do uso de medicações. Em adição, transtornos do sono apresentam-se com alta prevalência entre a população idosa, principalmente insônia, síndrome da apneia do sono e parassonias, como a síndrome das pernas inquietas e os movimentos periódicos das pernas.

Impacto dos distúrbios do sono sobre a qualidade de vida
As variedades do sono no decorrer da vida e qual é o seu impacto.

Os distúrbios do sono provocam diversas consequências na vida das pessoas por diminuir sua produtividade diária, aumentar os riscos a adquirir distúrbios psiquiátricos, déficits cognitivos, surgimento e agravamento de problemas de saúde, riscos de acidentes de tráfego, absenteísmo no trabalho, enfim,  por comprometer a qualidade de vida, com diferentes desdobramentos a curto, médio e longo prazo.

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