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Tag: oximetria

Menopausa e Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono
Entenda como o sono da mulher é afetado na menopausa

A insônia é o distúrbio de sono mais frequente na pós-menopausa, em decorrência de alterações hormonais, estados depressivos relacionados a este período da vida. As mulheres nessa fase apresentam maior latência para o sono, dificuldade de manutenção do sono e, portanto, mais insônia, quando comparadas àquelas na pré-menopausa. Shaver e Zenk relatam que os distúrbios do sono no climatério estão relacionados a sintomas como ondas de calor e transpiração, os quais ocorrem em geral simultaneamente.

Hipogonadismo Masculino e Apneia do sono
Entenda qual a conexão da apneia do sono e o Hipogonadismo

O hipogonadismo ocorre quando o homem produz pouca testosterona, o principal hormônio masculino. A redução deste hormônio pode estar associada ao envelhecimento, sendo chamada também de distúrbio androgênico do envelhecimento masculino (DAEM) ou de andropausa, embora este último termo não seja o mais adequado. Cerca de um em cada cinco homens (20%) pode ter hipogonadismo após os 40 anos

Todos os médicos agora podem detectar apneia do sono em seus pacientes
Oximetria noturna ajuda na ajuda na detecção e acompanhamento da Apneia do Sono

A Medicina do Sono é uma área de atuação de várias especialidades, incluindo neurologia, otorrinolaringologia, pneumologia, psiquiatria e clínica geral, que abraça muitas especialidades, como cardiologia, endocrinologia e geriatria. Os distúrbios do sono são extremamente comuns, e não existem especialistas suficientes nessa área. Com o exame da Biologix, o médico não especialista em sono, pode facilmente incorporar o diagnóstico de apneia do sono em seu consultório.

Pneumologia e monitoramento de oximetria
Entenda a importância da oximetria noturna para diagnóstico de apneia do sono

A apneia obstrutiva do sono (AOS) é extremamente comum. Em um estudo feito na cidade de São Paulo, com mais de 1000 adultos representativos da cidade de São Paulo, estimou-se que 33% tem AOS. Apesar dos sintomas clássicos serem ronco alto e sonolência diurna, muitos pacientes com AOS não apresentam uma queixa específica. O reconhecimento da AOS é difícil, principalmente no paciente que vai ao seu consultório por uma queixa pulmonar não relacionada. As questões de sono passam facilmente desapercebidas. Qualquer paciente que entre no consultório, quer seja por asma, DPOC ou síndrome gripal, faz parte da população geral e já tem alta probabilidade de ter AOS, independente da história clínica.  A verdade não só brasileira, mas mundial, é que a maior parte dos pacientes seguem sem diagnóstico e sem suspeita diagnóstica.

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