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Etiqueta: apneia do sono

Pneumologia e monitoramento de oximetria
Entenda a importância da oximetria noturna para diagnóstico de apneia do sono

A apneia obstrutiva do sono (AOS) é extremamente comum. Em um estudo feito na cidade de São Paulo, com mais de 1000 adultos representativos da cidade de São Paulo, estimou-se que 33% tem AOS. Apesar dos sintomas clássicos serem ronco alto e sonolência diurna, muitos pacientes com AOS não apresentam uma queixa específica. O reconhecimento da AOS é difícil, principalmente no paciente que vai ao seu consultório por uma queixa pulmonar não relacionada. As questões de sono passam facilmente desapercebidas. Qualquer paciente que entre no consultório, quer seja por asma, DPOC ou síndrome gripal, faz parte da população geral e já tem alta probabilidade de ter AOS, independente da história clínica.  A verdade não só brasileira, mas mundial, é que a maior parte dos pacientes seguem sem diagnóstico e sem suspeita diagnóstica.

A importância da investigação de apneia do sono para o cardiologista
Saiba a importância do diagnóstico da AOS para o cardiologista

Os distúrbios de sono compreendem condições clínicas capazes de interferir negativamente de forma sistêmica sobre o organismo, em especial sobre o sistema cardiovascular. As consequências não se limitam somente ao período em que estamos dormindo, incluem também o período da vigília, comprometendo a qualidade de vida e contribuindo para o surgimento de muitas doenças. A apneia obstrutiva do sono (AOS) é um transtorno crônico e representa a síndrome mais conhecida e mais importante entre os distúrbios do sono. A AOS é frequentemente subdiagnosticada ainda que tenha sido demonstrada sua relação com eventos e mortalidade cardiovasculares.  

Ser Médico do Sono
Saiba mais sobre a atuação do Médico do Sono

A atuação do Médico do Sono é uma oportunidade de praticar a arte da Medicina em sua plenitude, somos técnicos, ouvintes, simpatizantes e investigadores. O melhor entendimento da fisiologia do sono ocorrido após a década de 1960 permitiu o surgimento dessa nova especialidade médica dedicada a tratar os mais de 100 diferentes distúrbios do sono. Apesar de ainda termos muitas perguntas precisando de respostas, temos a certeza que esse 1/3 de tempo de vida que passamos dormindo têm funções fundamentais para nossa saúde.

Cresce entre dentistas uso de equipamento para monitorar distúrbio do sono dos pacientes durante a pandemia.
Dentistas usam a solução da Biologix para medir a saturação do oxigênio em pacientes que sofrem com ronco e apneia.

Desde o início da quarentena imposta pela pandemia de Covid-19, têm crescido no Brasil os relatos de quadros de ansiedade e distúrbios do sono. Essa preocupação com a qualidade do sono está levando não só médicos, mas muitos dentistas a recorrerem ao monitoramento digital por oxímetro para avaliar e acompanhar o tratamento de casos de ronco e apneia obstrutiva do sono.

Fonoaudiologia, ronco e apneia obstrutiva do sono.
Saiba o papel do Fonoaudiólogo no tratamento da Apneia do Sono

A fonoaudiologia e o sono possuem uma relação mais antiga do que se conhece. Desde o final da década de 90 e início dos anos 2000, os profissionais da área de motricidade orofacial, já observavam a relação entre as alterações das estruturas e funções do sistema estomatognático nos indivíduos roncadores e com apneia obstrutiva do sono. Alguns trabalhos publicados nesta época já citavam alterações como: aumento do volume lingual tanto lateralmente como longitudinalmente, aumento da altura do dorso de língua e denteamento de suas bordas, véu palatino e úvula alongados, hiperemiados e edemaciados além de alterações funcionais da mastigação e da deglutição. Entretanto, somente a partir de 2009, com um trabalho publicado na American Journal of Respiratory and Critical Care intitulado “Efeitos dos exercícios orofaríngeos em pacientes com apneia obstrutiva do sono moderada”, com grande repercussão internacional que a fonoaudiologia se consagrou como uma possibilidade de tratamento em pacientes com apneia obstrutiva do sono.

Distúrbios do sono e transtorno do espectro autista
Entenda a relação TEA e a dificuldade em dormir ou manter o sono.

Segundo a Scientific American, “pelo menos metade das crianças com autismo luta para adormecer ou continuar a dormir, e pesquisas com os pais sugerem que o número pode exceder 80%. Para crianças típicas, os números variam de 1 a 16%”.

Atualmente, nós sabemos que o sono depende de um complexo mecanismo, que envolve muitas estruturas encefálicas e muitos neurotransmissores. Sabemos também, que a privação de sono (dormir pouco ou menos que o necessário) tem efeitos graves sobre o funcionamento cerebral, hormonal e sobre o comportamento humano.

Apneia do sono em idosos
Mudanças que o envelhecimento traz e a relação com a Apneia do sono.

Ao longo do processo de envelhecimento, ocorrem mudanças psicológicas, sociais e físicas. Nas mudanças físicas destaca-se o padrão de sono por estar entre as mais frequentes queixas dos idosos. Mudanças relacionadas à velhice podem ser observadas em diversos níveis da arquitetura e qualidade do sono. Observa-se que, em grande parte desta população, a eficiência do sono e o sono de ondas lentas diminuem; os despertares após início do sono aumentam e há dificuldade para adormecer novamente; os idosos tendem a acordar e levantar mais cedo; necessitam de cochilos breves durante o dia; e, ainda, um aumento do uso de medicações. Em adição, transtornos do sono apresentam-se com alta prevalência entre a população idosa, principalmente insônia, síndrome da apneia do sono e parassonias, como a síndrome das pernas inquietas e os movimentos periódicos das pernas.

A influência do sono sobre seu desempenho no trabalho
Saiba as consequências de uma noite mal dormida

Quando nos sentimos improdutivos e cansados, fica difícil realizar as tarefas com eficiência. Quem nunca sentiu os efeitos de uma noite mal dormida? Cansaço, raciocínio lento, queda na produtividade e enxaqueca podem não só atrapalhar o foco como incapacitar o colaborador. A falta de repouso é também a porta de entrada para vírus e bactérias que abaixam a imunidade do corpo. Para se ter uma ideia, pesquisas da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 40% da população mundial não dorme como gostaria.

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